MÊS DE COMBATE E PREVENÇÃO AO GLAUCOMA

O glaucoma é uma doença ocular que gera danos irreversíveis às fibras nervosas do olho e, consequentemente, a perda da visão

O Glaucoma é uma doença ocular crônica que afeta o nervo óptico, responsável por transmitir as informações visuais do olho para o cérebro. Essa condição é caracterizada por danos progressivos no nervo óptico, geralmente associados a um aumento da pressão intraocular.

Quais os fatores de risco do Glaucoma?

Existem várias causas e fatores de risco quando o assunto é Glaucoma, como pressão intraocular elevada, histórico familiar, idade avançada, lesões oculares anteriores, diabetes, pressão arterial alta, uso prolongado de corticosteroides.

É importante ressaltar que o Glaucoma pode se desenvolver mesmo na ausência de fatores de risco conhecidos. E nem todas as pessoas com fatores de risco desenvolverão a doença.

Quais as causas do Glaucoma?

Uma de suas causas é a automedicação, no uso de colírios a base de corticoides, sem indicação médica. Esses colírios, com uso prolongado e sem supervisão, podem estar associados a um aumento da pressão intraocular, o que pode desencadear ou agravar o glaucoma em alguns pacientes.

É essencial que todos os pacientes sejam acompanhados por um corpo clínico especializado, que preza por uma boa relação entre médico e paciente e entende que cada caso é único e individualizado, para que o tratamento realizado para aquelas necessidades em questão seja mais tranquilo e efetivo.

Quais os impactos do Glaucoma na qualidade de vida?

Pessoas diagnosticados com Glaucoma podem ser afetadas não só fisicamente pela doença. Portanto, seu bem-estar psicológico precisa ficar no radar de vigilância.

Muitos pacientes passam a se preocupar com as consequências que a doença pode trazer e a sofrer com os efeitos indesejáveis dos tratamentos, com o medo da perda da função visual e até mesmo com os custos envolvidos no tratamento. Isso também acaba gerando ansiedade, preocupação e medo – todos ligados ao diagnóstico de uma doença que pode ameaçar sua capacidade de visão.

É essencial que todos os pacientes sejam acompanhados por um corpo clínico especializado, que preza por uma boa relação entre médico e paciente e entende que cada caso é único e individualizado, para que o tratamento realizado para aquelas necessidades em questão seja mais tranquilo e efetivo.